Muitas vezes, a vida parece confusa, mas o que realmente está fora do compasso são as palavras que usamos para descrevê-la.

Muitas vezes, a vida parece confusa, mas o que realmente está fora do compasso são as palavras que usamos para descrevê-la.

Conversas, decisões, justificativas e até orações podem ser feitas com palavras vagas, confortáveis ou emprestadas, que pouco dizem sobre o que realmente acontece. Com o tempo, essa distância entre o que se vive e o que se diz começa a pesar, trazendo uma sensação persistente de desalinhamento. Nos dias 19, 21 e 23 de janeiro, vou conduzir uma série gratuita de 3 encontros online para apresentar a Casa da Palavra, um espaço de reflexão sobre linguagem e realidade.

Conversas, decisões, justificativas e até orações podem ser feitas com palavras vagas, confortáveis ou emprestadas, que pouco dizem sobre o que realmente acontece. Com o tempo, essa distância entre o que se vive e o que se diz começa a pesar, trazendo uma sensação persistente de desalinhamento. Nos dias 19, 21 e 23 de janeiro, vou conduzir uma série gratuita de 3 encontros online para apresentar a Casa da Palavra, um espaço de reflexão sobre linguagem e realidade.

Já quero participar!

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Muitas vezes, a vida parece confusa, mas o que realmente está fora do compasso são as palavras que usamos para descrevê-la.

Conversas, decisões, justificativas e até orações podem ser feitas com palavras vagas, confortáveis ou emprestadas, que pouco dizem sobre o que realmente acontece. Com o tempo, essa distância entre o que se vive e o que se diz começa a pesar, trazendo uma sensação persistente de desalinhamento. Nos dias 19, 21 e 23 de janeiro, vou conduzir uma série gratuita de 3 encontros online para apresentar a Casa da Palavra, um espaço de reflexão sobre linguagem e realidade.

Já quero participar!

Não se trata de ensinar técnicas ou métodos. O convite é para que paremos e observemos com mais honestidade aquilo que vivemos todos os dias, a fim de perceber como as palavras que escolhemos moldam — ou distorcem — nossa leitura da realidade.

Não se trata de ensinar técnicas ou métodos. O convite é para que paremos e observemos com mais honestidade aquilo que vivemos todos os dias, a fim de perceber como as palavras que escolhemos moldam — ou distorcem — nossa leitura da realidade.

Não se trata de ensinar técnicas ou métodos. O convite é para que paremos e observemos com mais honestidade aquilo que vivemos todos os dias, a fim de perceber como as palavras que escolhemos moldam — ou distorcem — nossa leitura da realidade.

Ao longo desses encontros, vamos refletir juntos sobre como uma linguagem imprecisa cria confusão interior, como certas palavras nos afastam do real e como a busca pela palavra mais justa pode trazer clareza, unidade e direção à vida cotidiana.

Ao longo desses encontros, vamos refletir juntos sobre como uma linguagem imprecisa cria confusão interior, como certas palavras nos afastam do real e como a busca pela palavra mais justa pode trazer clareza, unidade e direção à vida cotidiana.

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Se você sente que algo anda mal nomeado, mal explicado ou simplesmente mal compreendido, este convite é para você.

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LARA BRENNER © 2026 • TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

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Conversas, decisões, justificativas e até orações podem ser feitas com palavras vagas, confortáveis ou emprestadas, que pouco dizem sobre o que realmente acontece. Com o tempo, essa distância entre o que se vive e o que se diz começa a pesar, trazendo uma sensação persistente de desalinhamento. Nos dias 19, 21 e 23 de janeiro, vou conduzir uma série gratuita de 3 encontros online para apresentar a Casa da Palavra, um espaço de reflexão sobre linguagem e realidade.

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Ao longo desses encontros, vamos refletir juntos sobre como uma linguagem imprecisa cria confusão interior, como certas palavras nos afastam do real e como a busca pela palavra mais justa pode trazer clareza, unidade e direção à vida cotidiana.